27 setembro 2014

Degustação



Capítulo 1
Que atire a primeira pedra...

Era o ano de 1506, de nosso Senhor Jesus Cristo. O rei de Portugal, Dom Manoel I, O Venturoso, empreendia em expedições para aumentar seus domínios. Naquele ano, em Lisboa, nasceu Rodolfo Almeida de Alcântara Vaz e Braga, filho de Joaquina Almeida Alcântara Vaz e Braga e José de Alcântara Vaz e Braga, fidalgos de primeira ordem, eram portugueses de descendência germânica e possuíam grande fortuna, mesmo não ostentando um título de nobreza.

Eram tempos difíceis, uma grande seca assolava toda aquela região, a população padecia de fome. Como se não bastasse, um surto de Peste Bubônica também castigava aquelas terras, matando aqueles que, já desnutridos, lutavam por sua sobrevivência. Multidões se aglomeravam nas igrejas e imploravam a Deus para que o castigo tivesse um fim.

Naquela época, as ruas daquela cidade foram lavadas com o sangue de mais de quatro mil judeus, refugiados da Espanha. Tal fato aconteceu devido um boato que havia se espalhado, dizendo que eram eles os causadores daquele castigo, visto que aquele povo era considerado como “novo-cristão”. Frades de todos os cantos foram às ruas e espalharam a notícia de que, para cada judeu morto, cem dias de pecados seriam absolvidos, levando a ignorante população cometer atrocidades indescritíveis. Mesmo assim a seca e a peste continuaram a assolar toda a região por muito tempo.

Rodolfo Almeida de Alcântara Vaz e Braga foi educado nas melhores escolas e, desde cedo, desenvolvera gosto pela área naval. Tinha espírito livre, não se apegava a nada e gostava muito de estudar, sendo sempre um ótimo aluno. Ia à igreja, obrigado por sua mãe, com o tempo aprendeu que deveria frequentá-la para ser mais respeitado pela sociedade, mas como não se importava com a opinião dos demais, ia com o principal intuito de observar os decotes das moçoilas, não prestando a mínima atenção nas palavras que o padre falava em latim. Já aos quinze anos, Rodolfo tomou gosto pelas noitadas, sabendo bem como dividir seu tempo, entre seus estudos e as prostitutas dos bordéis que frequentava. Ele se dizia um amante das mulheres, mas o fato é que era obsessivo quando o assunto era sexo. Rodolfo era mais educado pela vida boêmia e seus frequentadores, do que pelos pais e pela igreja.
  
Quando completou dezenove anos, formou-se com honras, empreendendo grande parte de seu tempo a aprender tudo que lhe era possível sobre navegação. Seus pais andavam preocupados, pois queriam que ele se casasse, mas ele refutava essa ideia, gostava de ser um homem livre. Vez ou outra conseguia obter favores sexuais de suas pretendentes, nem mesmo suas primas escapavam de seu apetite. Frequentemente sofria com doenças que adquiria nos bordéis, indo sempre ao mesmo médico, um velho e bondoso senhor, que lhe aconselhava:

- O senhor deve cuidar melhor de suas vergonhas, senhor Rodolfo, ou acabará por perdê-las.

Quando completou vinte e dois anos, encantou-se com uma linda menina chamada Maria de dezenove anos, também fidalga. Acostumado a aprontar das suas, foi até a casa de seus pais para pedir-lhes permissão para cortejar sua filha. Aquela família via grandes vantagens financeiras naquela comunhão que se anunciava, a família de Rodolfo se agradava com a ideia, pois já haviam perdido suas esperanças. De semblante suave, lindos olhos amendoados e cabelos castanhos, Maria apaixonou-se por Rodolfo e nos poucos instantes que conseguiam ficar a sós, dizia a ele que faria tudo o que ele lhe pedisse, pois já o amava. Certo dia, a família Vaz e Braga resolveu fazer um jantar, convidou a família da moça para a festividade, o real intuito de tudo era combinar com eles o valor do dote que a família de Maria deveria pagar e marcar a data do casamento. Nessa mesma noite, Rodolfo e Maria conseguiram escapar dos olhos de seus pais, que estavam com suas atenções voltadas às negociações, e se entregaram ao prazer, satisfazendo seus corpos. Como sempre, após isso, Rodolfo perdia o interesse pela mulher, pois não lhe agradava a ideia do casamento. Como gostava de Maria o suficiente para entender que não conseguiria escapar daquela obrigação e como também já havia feito planos para seu futuro, não impusera muita resistência, tentando aproveitar da situação ao máximo. Foram muitas vezes que ele e sua noiva, antes do casamento, entregaram-se aos seus desejos, a ponto de terem que apressar a cerimônia para esconder a gravidez de Maria.

Após dois anos de casados e com dois filhos, Rodolfo já era um excelente navegador, fazia pequenas expedições e se via pronto para navegar até terras mais longínquas. Ele não era um bom marido, continuava aventurando-se com as prostitutas e, por muitas vezes, sua irresponsabilidade o fizera transmitir doenças dolorosas à sua esposa, que sofria calada. Manteve-se frio, calculista, caindo cada vez mais nas graças dos homens que investiam na descoberta de novas terras para Portugal.

Em 1530, com vinte e quatro anos de idade, Rodolfo fora incluído no grupo de homens que iriam ao Brasil para fazer a real colonização daquelas terras. Portugal passava por uma crise econômica e sua soberania sobre as terras brasileiras estava sendo ameaçada pelos franceses. Na noite anterior de sua partida, enquanto todos dormiam, Rodolfo juntou uma trouxa com algumas roupas e dirigiu-se ao cais, não se despediu de sua mulher, filhos ou pais. Não deu satisfações a ninguém, para seus familiares ele desaparecera misteriosamente.

Naquele mesmo ano, sob o comando de Martim Afonso de Sousa, do qual se tornou homem de confiança, desembarcou em terras brasileiras para nunca mais voltar, nem ao menos buscava notícias sobre sua família em Portugal. Essa expedição, também foi a responsável por trazer as primeiras mudas de cana de açúcar para o Brasil, Rodolfo ajudou diretamente na fundação da vila de São Vicente, em 1532. Foi também uma peça fundamental na implantação do primeiro moinho no Brasil, o Moinho do Governador.

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Já instalado, levava uma boa vida, cheia de regalos, comprava os escravos indígenas vendidos pelos próprios índios e os revendia pelo melhor preço oferecido. Em sua casa só admitia escravas, as mais belas que conseguia encontrar, ele possuía um verdadeiro harém. Seu comportamento irritava as moçoilas portuguesas, que buscavam nele um bom casamento, mas ele sempre dizia a seus amigos que preferia as índias, pois não se importavam em andar nuas e ainda lhe rendiam bom dinheiro com os filhos que ele fazia nelas e depois vendia como escravos. Em 1540, Rodolfo foi um grande incitador da escravidão em massa dos povos indígenas, tornando as relações entre nativos e colonos muito mais difícil do que já era. Morreu em 1548, aos quarenta anos, tomado por uma estranha doença. Não houve quem chorasse em seu enterro, aqueles que diziam ser seus amigos, providenciaram uma boa cerimônia fúnebre e depois tomaram para si tudo o que tinha, apagando totalmente qualquer vestígio de sua história.

Seu espírito, não conseguindo livrar-se do mundo material, muito sofreu ao ver que nada havia lhe restado. Vagou sem rumo por anos, sentia fome e sede, mas não conseguia saciá-las. Sentia frio, pois estava nu, mas mesmo quando tentava roubar algumas roupas dos varais, não conseguia. Sentia grandes necessidades sexuais, como nunca havia sentido antes, mas não podia saciá-las. Ele se embrenhou pela mata encontrando depois de um bom tempo de caminhada, uma aldeia indígena. Estavam em meio a um ritual, mas o que lhe atraiu foi a fogueira, pela primeira vez depois de muito tempo conseguia sentir o calor do fogo. Ele não sabia rezar, pouco conhecia sobre Deus, mas desejava intimamente que aquela fogueira não se apagasse, porque estava cansado e com frio. Olhou para os índios, eles dançavam, bebiam uma espécie de chá e fumavam algumas ervas. Rodolfo tinha a nítida impressão de que alguns dos nativos o viam, principalmente quando chegavam perto de onde ele estava e cuspiam sobre ele o líquido que traziam na boca. Primeiro ele se incomodou, achou nojento, não aceitava que um índio fizesse aquilo com ele, porém, sabia que nada poderia fazer para impedi-los. Conforme os índios faziam aquilo, alguma coisa daquele líquido ficava sobre ele, fazendo-o se sentir mais leve e sonolento, até que em determinado momento, ouviu uma voz:

- Veja homem, o que fazem para ti. 

Ele olhou para trás, viu a figura de um padre jesuíta e perguntou:

- E o senhor, quem é?

- Me chamo Pedro, e tu és Rodolfo, pois não?

- Como sabe meu nome?

 - Sei, porque venho te acompanhando há algum tempo. 

- Como, se nunca te vi? 

- Tu não me viste, pois teus olhos estavam cegos. Não podes me enxergar, mas fui eu quem te trouxe
cá nessa aldeia, não percebes o que fazem para ti? 

- Não, o que fazem?

- Esses homens têm grande conhecimento das coisas do espírito. Esse é um ritual de purificação da aldeia, eles afastam os maus espíritos através de suas magias.

- Mas como pode ser isso? Eu não sou um mau espírito, assim como não fui afastado, vim por conta do fogo.

- O trabalho que fazem, serve de fato para afastar os maus espíritos, pois os ajudam a encontrar o caminho. Aqueles que não querem são retirados, mas aqueles que estão prontos são tratados através das ervas. Você foi um mau espírito, Rodolfo, ficou vagando nessa terra por muito tempo, cego e nu como estás agora, não percebes?

Rodolfo se envergonhou com sua nudez, fazia muito tempo que não era visto por ninguém.

- E o senhor me deixará nu, ou terá uma roupa para me emprestar?

O jesuíta lhe entregou uma veste igual a sua, Rodolfo a vestiu rapidamente, sentindo grande alívio.

- Por que eles pararam de dançar e fazer aqueles barulhos? – perguntou Rodolfo, referindo-se aos índios.

Naquele instante, todos estavam sentados em círculo e de pé ao centro, havia um velho fumando um cachimbo. Ele olhava fixamente para o lado que estavam e falava algo em seu idioma. Pedro, o jesuíta, explicou-lhe:

- Você vê aquele velho índio? Ele pode nos ver também, ele está contando aos que estão sentados que estamos conversando, que chegara a hora de você decidir.

- Decidir o que?

- Se desejas continuar como está, ou se virá comigo a fim de redimir teus pecados.

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- Mas que pecados eu cometi? Sempre fui muito católico, ia a todas as missas e sempre ajudava a igreja.

- Se não os tivesse meu filho, jamais que nosso Paizinho do Céu haveria de permitir que você vagasse sem rumo por oitenta anos, sua mente lhe cobra.

- Oitenta anos! Em que ano estamos? 

- Aqui nessa terra, em 1628. 

- É impossível!

- Posso te explicar tudo, mas antes deves decidir, pois, aqui nessa aldeia não poderás ficar, ou virá comigo, ou será levado pelos espíritos da floresta como são chamados pelos indígenas.

O silêncio da tribo continuava e o indeciso Rodolfo se calou. O velho Pajé saiu do meio do círculo e foi em direção a eles, colocou mais um pouco daquele líquido em sua boca e novamente o cuspiu sobre Rodolfo. Dessa vez ele teve seus sentidos apurados, sua visão passou a enxergar os ditos espíritos da floresta, ele passou a ouvir muitas vozes que se lamentavam e o xingavam. Indagou desesperado:

- O que é isso?  
  
- Agora percebes, as vozes que ouve são das pessoas que você prejudicou, mortas ou vivas elas ainda o perseguem em seus pensamentos, quer continuar assim?

- Não, não quero, por favor, me ajude!

 - Então você deseja vir comigo? 

- Sim, por tudo que é mais sagrado, me ajude!

Rodolfo abraçou as pernas de Pedro, o velho pajé da aldeia contou aos demais que tudo havia dado certo, eles começaram emitir seus sons típicos e a dançar. Rodolfo parou de ouvir as vozes.

- O que aconteceu? – ele perguntou. 

- Eles estão felizes por você.

 - Mas eu não fiz nada. 

- Para eles, o importante é que você tomou a decisão certa, que a partir de hoje, partirá para uma nova jornada e que não vagará mais sem rumo pela terra.

Rodolfo entrou em profundo e compulsivo choro, lembrou-se da esposa e dos filhos que havia abandonado, das orgias que havia participado com as prostitutas em Portugal, assim como das que promovia com suas escravas indígenas. Arrependeu-se de tudo, não via razão naquilo que havia feito, não via mais o dinheiro como motivo para promover tanta violência contra aqueles que, naquele momento, estavam comemorando por ele estar bem. Ele sentiu-se vazio, todos seus conceitos de vida e todas suas certezas foram por terra, não sabia mais quem ele era e estava perdendo-se em seus pensamentos, mas Pedro o resgatou:

- Você deseja corrigir esses erros? 

- Eu posso? 

- Claro que sim, nosso Paizinho do Céu é perfeito, jamais permitiria o erro se não houvesse a possibilidade da correção. 

- Mas pelo pouco que me lembro dos sermões dos padres, meu lugar é no inferno. 

- Meu filho, nosso Paizinho do Céu jamais criaria algo como o que você me disse, um lugar onde não há perdão, onde não há chances para o arrependimento. Você já teve seu inferno, ou acredita que não foi suficiente passar oitenta anos vagando desorientado, passando frio por estar sem roupas, sedento por água e não conseguindo bebê-la, ávido por comida e não conseguindo ingeri-la?

Rodolfo se calou e o padre Jesuíta prosseguiu:

- Não temos tempo a perder, você deverá voltar imediatamente. Reparar seus erros passados será uma tarefa árdua, teremos que ir por partes, mas não se desanime ou perca suas esperanças, você tem em si muita força, seu espírito é livre e tenho certeza que você conseguirá. Inicialmente você voltará a Portugal, nascerá filho de sua bisneta e ganhará o mesmo sobrenome, será um fidalgo novamente.

- Não mereço Pedro, não desejo mais cair nas armadilhas do dinheiro.

- As armadilhas não foram armadas pelo dinheiro meu filho, elas foram armadas por ti. Lá, você terá a missão de ajudar as mulheres que cometeram, junto de ti, abusos sexuais. Assim como terá a chance de corrigir teus erros com aquela que foi tua esposa e com teus filhos. Sem o dinheiro, terias muita dificuldade, mas fique sabendo que também terá seu momento de pobreza, mas concentre-se no agora, nisso que estou te pedindo e não se esqueça, sempre estarei ao teu lado.

Rodolfo reencarnou, assumira o nome Luiz Silveira Almeida de Alcântara Vaz e Braga, sua bisneta, agora sua mãe, era uma mulher religiosa, mas não fanática. Instruiu seu único filho com todo amor e carinho e morreu jovem, deixando o agora Luiz, órfão de mãe aos doze anos. Seu pai, um médico bem conceituado, continuou sozinho a criação de seu filho. Quando Luiz completara vinte e um anos, já estava totalmente apaixonado pela profissão de seu pai, encontrou uma linda moça chamada Josefa, com ela se casou e teve dois filhos. Seu pai morrera, deixando-lhes toda a fortuna. Josefa, fora Maria, sua esposa dos tempos em que era Rodolfo. Por ter sido abandonada por ele em outra existência, apesar de nutrir forte amor, tinha grande sentimento de rejeição. Não foi um casamento fácil, Josefa possuía problemas mentais, vez ou outra, tinha crises psicóticas, mas o amor que tomava o coração de Luiz era muito forte, ele cuidava muito bem dela. Seus dois filhos, eram os mesmos que ele abandonou quando Rodolfo. Como era o amor que unia aqueles quatro espíritos, foi através do amor que as falhas do passado começaram a ser corrigidas.

Luiz tornara-se médico assim como seu pai, era um homem bondoso, o único que tinha a delicadeza necessária para tratar das mulheres, respeitava-lhes muito, tratando seus problemas ginecológicos e as auxiliando na compra dos remédios necessários. A medicina ainda era muito atrasada, muitas doenças eram curadas por ele com a interferência direta do plano espiritual, que o auxiliava. Pelo médico Luiz, passaram muitos pobres e mendigos, que não tinham condição de pagar pelos tratamentos, mas ele os via assim como via os nobres que lhe procuravam. Ajudava-os, tratava-os e, não muito raro, dava-lhes dinheiro para que pudessem comer.

Sua esposa e filhos, que ele tanto amava, morreram em trágico acidente, deixando-o só. Luiz sofreu muito, mas encontrou a cura de seu sofrimento trabalhando quase sem descanso para ajudar os necessitados. Aos sessenta anos, utilizou o resto do dinheiro que tinha para construir um hospital na pequena cidade em que morava, sob forte inspiração de seu subconsciente, deu a esse hospital o nome de CASA DE SAÚDE JESUÍTA, quando indagado sobre o motivo da escolha do nome, dizia que não sabia, apenas que aquele nome era de seu agrado. Ele morava em um pequeno quarto nos fundos do prédio do hospital, recebia muito apoio das comunidades jesuítas, que aceitava de bom grado, entendendo por fim, meio que ainda sem entender, a utilidade do nome que havia batizado o local.

Luiz morreu aos sessenta e quatro anos, no ano de 1693. Pedro, o padre Jesuíta, foi recebê-lo. Após algum tempo, com a ajuda dele, Luiz lembrou-se de tudo, deu um grande abraço em seu amigo e protetor, perguntando-lhe:

- Como estou me saindo?

- Você está muito bem, meu filho, agradeço ao nosso Paizinho do Céu pelas oportunidades que temos de poder corrigir nossos erros.

- O que virá agora?

- Agora, meu filho, você terá um papel de grande importância no Brasil. Quando esteve lá pela última vez, iniciou junto dos demais, uma grande mudança naquelas terras, agora você precisa voltar lá e ajudar no desenvolvimento daquele que, um dia, será um grande país. Muito sangue já escorreu e muito ainda será derramado naquela terra. Temos muitos irmãos nossos, que lá reencarnaram com o mesmo propósito. Você será mais um deles, mas irá se preparar nesse lado da vida por algum tempo, pois como eu disse, uma grande missão o aguarda.

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5 comentários:

  1. Gostaria muito de ter a oportunidade de ler este livro! <3

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  2. Nao sei se foi da primeira vez!!! rsEu gostaria muito de ganhar um exemplar! :)

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    1. Pronto Taynara, já está participando da promoção! Muito obrigado pelo interesse. Saravá!

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  3. Olaah :)
    Tudo bem?
    só por esse capitulo ai em cima o Livro parece ser maravilhoso :)
    Não posso comprar o livro agora, mais assim que eu melhorar, iriei tentar comprar , a não ser que eu ganhe no sorteio.
    Amo os meus vovô e minhas vovó *--*
    Parabens pela obra maravilhosa.

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    1. Obrigado pelo interesse Angelo! O sorteio será feito em 31/11, quem sabe você não ganha um exemplar, não é mesmo?

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